Três das atividades mais antigas da humanidade resistem ao longo do São Francisco, nas cidades de: São Francisco (MG), Pirapora (MG), Barra (BA) e Petrolina (PE). A agricultura e a pesca garantem a sobrevivência de milhares de ribeirinhos. O artesanato da região, cuja fama ultrapassou as fronteiras do Brasil, movimenta R$ 50 bilhões por ano e garante renda a 8,5 milhões de pessoas.
As habilidosas mãos dos artistas já enviaram imagens para o outro lado do Atlântico e do Pacífico, há peças na Itália, na Alemanha, no Japão. O preço segundo Wanilson Soares dos Santos, de 42 anos é o que menos importa para o artesão. O prazer de ver o trabalho benfeito é o que alimenta o entusiasmo do grupo.
A pesca também move a economia de cidades ao longo da Bacia do São Francisco. Em Barra (BA), o vaivém de pescadores e clientes no movimentado mercado, erguido em 1917 e tombado pelo Inventário de Proteção do Acervo Cultural da Bahia (Ipac), mostra a importância da atividade na economia da região. O leito também sustenta a agricultura de subsistência.
Em São Francisco, moradores da Ilha União plantam, principalmente, feijão, mandioca, abóbora, arroz e milho. O grupo negocia o excedente na feira de São Francisco. O vaivém das coloridas canoas no Velho Chico reforça a importância da agricultura para os moradores das ilhas.
Seu Joaquim Vieira dos Santos, de 50, também aproveita um pedacinho de uma das ilhas para plantar banana. “Minha profissão mesmo é pescador, mas, nas horas vagas, jogo as sementes na terra”, diz, mostrando um cacho de banana-maçã que, segundo ele, pesa 10 quilos. “Só tenho a agradecer ao Velho Chico.”
Site: Ministério da integração nacional. Acesso em: 06/06/2011.
http://www.integracao.gov.br/saofrancisco/noticias/noticia.asp?id=6032
As habilidosas mãos dos artistas já enviaram imagens para o outro lado do Atlântico e do Pacífico, há peças na Itália, na Alemanha, no Japão. O preço segundo Wanilson Soares dos Santos, de 42 anos é o que menos importa para o artesão. O prazer de ver o trabalho benfeito é o que alimenta o entusiasmo do grupo.
A pesca também move a economia de cidades ao longo da Bacia do São Francisco. Em Barra (BA), o vaivém de pescadores e clientes no movimentado mercado, erguido em 1917 e tombado pelo Inventário de Proteção do Acervo Cultural da Bahia (Ipac), mostra a importância da atividade na economia da região. O leito também sustenta a agricultura de subsistência.
Em São Francisco, moradores da Ilha União plantam, principalmente, feijão, mandioca, abóbora, arroz e milho. O grupo negocia o excedente na feira de São Francisco. O vaivém das coloridas canoas no Velho Chico reforça a importância da agricultura para os moradores das ilhas.
Seu Joaquim Vieira dos Santos, de 50, também aproveita um pedacinho de uma das ilhas para plantar banana. “Minha profissão mesmo é pescador, mas, nas horas vagas, jogo as sementes na terra”, diz, mostrando um cacho de banana-maçã que, segundo ele, pesa 10 quilos. “Só tenho a agradecer ao Velho Chico.”
Site: Ministério da integração nacional. Acesso em: 06/06/2011.
http://www.integracao.gov.br/saofrancisco/noticias/noticia.asp?id=6032
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