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31 agosto 2011

PALESTRA PARA FABRICANTES DO SETOR COUREIRO-CALÇADISTA


Empresários e representantes do setor coureiro-calçadista  em Novo Hamburgo, da palestra “Plano Brasil Maior”. O encontro buscou esclarecer aos participantes as alterações tributárias implementadas com a Medida Provisória 540/2011, uma das medidas do Plano Brasil Maior, que prevê incentivos fiscais para fortalecer a produção industrial brasileira.

Em Novo Hamburgo, o evento promovido pela Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) contou com o apoio dos Sindicatos da Indústria de Calçados de Igrejinha, Novo Hamburgo e Três Coroas e do SEBRAE SP. Durante a explanação, Dr. Biason detalhou os efeitos econômico-financeiros da medida que cria importantes desonerações e incentivos à exportação. 

Plano Brasil Maior - Coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, o Brasil Maior foi lançado pelo Governo Federal em agosto e tem como objetivo aumentar a competitividade da indústria nacional, a partir do incentivo à inovação tecnológica e à agregação de valor. Focado nos setores intensivos em mão-de-obra como confecções, calçados e artefatos, móveis e software, o Plano, idealizado para o período 2011-2014, prevê um conjunto de medidas de estímulo ao investimento e à inovação, apoio ao comércio exterior e defesa da indústria e do mercado interno. As principais medidas abordadas pelo Plano Brasil Maior são a desoneração da folha de pagamento, a ampliação de capital de giro e recursos para investimentos e inovação através de financiamentos com recursos do BNDES.
  
Fonte: SindiFranca
http://www.sindifranca.org.br/noticias1.asp?codigo=613

PUBLICIDADE E CONSUMO CONSCIENTE


por Reinaldo Canto*
1319 300x300 A publicidade e o consumo consciente


A publicidade é um meio fundamental na disponibilização de informações sobre produtos e serviços aos consumidores. Como diz o ditado, “a propaganda é a alma do negócio”. Por essa razão somos diuturnamente bombardeados por peças de propaganda com jingles poderosos e inesquecíveis que vá “fisgar” o cliente/freguês/consumidor para a compra do que se pretende vender.

O grau de sofisticação alcançado pelo setor e o desenvolvimento da capacidade de convencimento não coloca em dúvida as incríveis habilidades dos publicitários em, conforme se dizia antigamente, “vender geladeiras para esquimós”. Mas será que já não passamos do limite e tenhamos que rever alguns dos valores dominantes no setor?

Será mesmo que vender uma geladeira ou outro produto qualquer para quem não precisa deva ser visto como positivo ou uma simples trapaça?

Não se pode negar que a combinação entre consumo e alta tecnologia propiciou acesso inédito a produtos antes disponíveis para alguns poucos privilegiados. Mas, esse consumo, muitas vezes completamente irracional, vem causando uma inédita pressão sobre as fontes energéticas e uma utilização predatória e insana dos recursos naturais do planeta
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E a publicidade possui uma cota significativa de responsabilidade nessa equação totalmente desequilibrada. O apelo cotidiano à emoção e à plena satisfação de desejos via mensagens publicitárias na compra de coisas nem sempre úteis ou realmente necessárias só multiplica a sensação de que algo muito errado domina os destinos da humanidade.

Nesse sentido é bastante emblemático o gigantesco aumento na geração de lixo. Em 2010, o Brasil produziu 60,8 milhões de toneladas dos chamados resíduos sólidos urbanos. Podemos aí ter visões diferentes e complementares para a mesma questão: se aumentou a quantidade de lixo é sinal que cresceu também o consumo, por outro lado significou maior desperdício, consumismo exacerbado, aterros e lixões esgotados, contaminações e, consequentemente, grandes problemas no horizonte.

* Reinaldo Canto é jornalista, consultor e palestrante. Foi diretor de comunicação do Greenpeace e coordenador de comunicação do Instituto Akatu. É colunista da revista Carta Capital e colaborador da Envolverde.** 

Fonte: Envolverde
http://envolverde.com.br/sociedade/consumo/a-publicidade-e-o-consumo-consciente/

DECORAÇÃO SUSTENTÁVEL

 
 
Peças têm produção sustentável

 










 



Com o slogan “espaços chiques que cabem no bolso”, mais de cem profissionais, entre arquitetos, decoradores e paisagistas, encararam o desafio de conceber 75 ambientes com materiais sustentáveis, mas sofisticados, atraentes e charmosos.

Sustentabilidade do chão ao teto. Esta é a marca do espaço concebido pelo Sebrae no Rio de Janeiro e inspirado nos bairros da zona oeste como Barra da Tijuca e Recreio. Pedras da cidade de Santo Antonio de Pádua (RJ), com argamassa feita com o resíduo fino da rocha, painel de fibra de coco, móveis e pranchas fabricados com madeiras de demolição ou certificadas e fibras de garrafa pet que se transformam em bolsas para plantas são algumas das novidades. Para ressaltar o potencial do Rio de Janeiro, o Sebrae lançou o selo “Autêntico Produto Carioca”, que será usado em outros eventos.

“A valorização do produto local movimenta a economia e, além de gerar mais emprego e renda, este selo também representa sustentabilidade, como a menor emissão de carbono por conta da logística de transporte”, ressalta o gerente da área de Desenvolvimento Industrial do Sebrae no Rio, Renato Regazzi.

Fonte: Agencia Sebrae de Notícias
http://www.agenciasebrae.com.br/noticia/12335011/geral/mostra-destaca-produtos-sustentaveis-e-com-charme/

MULHERES TRANSFORMAM PALHA EM RENDA





 
Em Neópolis (SE), município a 121 km de Aracaju, no Povoado Passagem, um grupo de artesãs utiliza palhas das árvores nativas da região para obter nova fonte de renda. A grande maioria dessas mulheres são esposas de operários da indústria têxtil, que até então se dedicavam aos afazeres domésticos.

Com a ajuda de uma indústria, as artesãs conseguiram espaço para fabricar e guardar os produtos. A inclusão de novas pessoas à atividade, entre elas os maridos de algumas das mulheres, ajudou o grupo a diversificar a produção, incluindo bolsas, jogos americanos, tapetes e cestas com formatos diferentes.

Com as sugestões dos instrutores do Sebrae, elas passaram a incorporar novos elementos às peças e a utilizar a palha de outras árvores, como a taboa e a bananeira. O resultado veio logo em seguida. Os produtos começaram a ser vendidos para Brasília, São Paulo, Curitiba e Salvador. 

Fonte: Agência Sebrae de Notícias
http://www.agenciasebrae.com.br/noticia/12334042/geral/mulheres-de-se-transformam-palha-em-fonte-de-renda/