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04 agosto 2011

NÃO HÁ UM CONSENSO SOBRE SACOLAS PLÁSTICAS




Um estudo foi desenvolvido pela organização Espaço Eco a pedido da empresa petroquímica Braskem (produtora de resinas plásticas) e chegou à conclusão de que a eficiência de cada tipo de sacola depende do hábito de cada consumidor. A comparação aponta o custo-benefício da sacola em razão de seus danos ambientais.
De acordo com o estudo, quanto mais vezes o consumidor joga lixo fora de casa, mais indicadas são as sacolas descartáveis, porque podem ser reutilizadas. As sacolas retornáveis são indicadas para quem costuma ir muitas vezes ao supermercado.

A quantidade de utilização das sacolas, a capacidade de carga, o custo e o nível de reciclagem são algumas das características que explicam a conclusão da pesquisa. A comparação aponta o custo-benefício da sacola em razão de seus danos ambientais.

“O plástico não é o grande vilão, sob a análise do ciclo de vida”, considerou Graziano. “Há oportunidades em que as sacolas plásticas são mais ecoeficientes no transporte das compras para casa. E há ocasiões em que é melhor usar as retornáveis”, acrescentou.

A pesquisa analisou oito tipos de sacolas disponíveis no mercado. Três descartáveis (polietileno tradicional, polietileno de cana-de-açúcar e a aquelas com aditivo biodegradável) e quatro retornáveis (plástico duro, papel, ráfia, tecido e TNT). As embalagens de papel e tecido não se mostraram vantajosas em relação às demais em nenhum tipo de cenário.

A baixa capacidade de carga, reúso e reciclagem foram a explicação para as sacolas de papel. Segundo Graziano, as embalagens de tecido possuem um elevado consumo de energia elétrica durante sua produção e na quantidade de terras usadas no plantio do algodão. “O ciclo de vida envolve uma série de fatores, mas esses são os principais”, explicou.

Fonte: Site Envolverde. Acesso em 04/08/2011
Diponível em: http://envolverde.com.br/noticias/%E2%80%9Cnao-ha-verdade-absoluta-em-relacao-as-sacolas-plasticas%E2%80%9D-afirma-estudo/

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