Agentes locais devem ser integrados aos processos de desenvolvimento sustentável do território. As políticas públicas de mobilização dos territórios devem ser cada vez mais ativas e adequadas para o desenvolvimento territorial. Embora estejam, quase sempre, sujeitas às decisões do poder público, elas exigem a presença e a gestão democrática de serviços e equipamentos de acesso público. De preferência, conduzidas pelas redes de cidadãos.
A aprovação da Lei dos Distritos Produtivos da Região do Veneto, na Itália, incentiva os territórios mais dinâmicos da região e os mais atrasados a se mobilizarem para o desenvolvimento. Este é um exemplo da participação das redes.
A aprovação da Lei dos Distritos Produtivos da Região do Veneto, na Itália, incentiva os territórios mais dinâmicos da região e os mais atrasados a se mobilizarem para o desenvolvimento. Este é um exemplo da participação das redes.
Desta forma, o desenvolvimento será sustentável e integrador se estiver preso aos processos locais de participação democrática. Se as redes forem capazes de constituírem os territórios com sua própria dinâmica de desenvolvimento, o desempenho das políticas públicas produzirá resultados satisfatórios.
As políticas públicas de mobilização dos territórios têm como principais instrumentos os investimentos compartilhados em bens públicos de produção e, como horizonte imediato, a necessidade de interagir com os processos de constituição das redes locais – técnicas, sociais, institucionais – que desenham os territórios.
Fonte: SEBRAE
http://www.sebrae.com.br/customizado/desenvolvimento-territorial/o-que-e/protagonismo-local/integra_bia?ident_unico=5439
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