Políticas públicas de desenvolvimento precisam considerar a existência e o grau de investimentos das empresas em favor do território. A mobilização dos territórios depende da reunião das empresas em forma de rede, seja ela formada por micro e pequenos negócios, por médias e grandes empresas ou mesmo por concentrações de grandes indústrias.
Projetos específicos devem ser focados na definição de trajetórias alternativas de investimento, cujos territórios sejam formados por grandes e médias empresas que operam em rede. Os melhores exemplos são o setor automobilístico, os sistemas de integração agroalimentar e as grandes concentrações industriais (e seus processos de reestruturação e modernização industrial), como as existentes na região do grande ABC, no Estado de São Paulo.
Projetos específicos devem ser focados na definição de trajetórias alternativas de investimento, cujos territórios sejam formados por grandes e médias empresas que operam em rede. Os melhores exemplos são o setor automobilístico, os sistemas de integração agroalimentar e as grandes concentrações industriais (e seus processos de reestruturação e modernização industrial), como as existentes na região do grande ABC, no Estado de São Paulo.
Desta maneira, a estratégia para as redes empresariais permite constatar que a execução de políticas públicas não está condicionada apenas ao tamanho (ou ao número) das empresas. Mesmo quando as empresas são grandes, torna-se essencial mobilizar ações dos territórios e suas redes. Redes de empresas e empresas-rede não representam padrões opostos, mas modos (e estratégias) diferentes de agregação de valor. Neste caso, o patrimônio das políticas desenvolvidas no centro do desenvolvimento setorial é que deve ser valorizado.
Fonte: SEBRAE
http://www.sebrae.com.br/customizado/desenvolvimento-territorial/como-fazer/mobilizacao-dos-atores/integra_bia?ident_unico=5454
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