A 5ª Conferência Brasileira de Arranjos Produtivos Locais, realizada em Brasília no dia 08, 09 e 10 de novembro, com o objetivo de criar competitividade e promover a sustentabilidade de ramos de atividade econômica de todos os níveis, por meio de apoio público e privado.
O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) passou a coordenar, em 2004, as iniciativas de todos os setores ligados às Atividades Produtivas Locais (APL), com a formação de grupo de trabalho que congrega ministérios e áreas não oficiais. O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) vem presta apoio nessa área, formulando projetos e investindo recursos. Quatro estados foram beneficiados pelos programas (Bahia, São Paulo, Pernambuco e Minas Gerais), o Paraná também nos planos do banco.
Reuniram-se em Brasília diversos grupos de trabalho para discutir as metas do seminário. Para a gerente de Desenvolvimento da Produção, do Serviço Brasileiro de Apoio à Micro e Pequena Empresa (Sebrae), Kelly Cristina Valadares, o desafio maior é "identificar as demandas de apoio nos segmentos econômicos". É necessário, segundo ela, identificar os mecanismos ideais para uma atuação diferenciada para cada intervenção de apoio, levando em conta as disparidades regionais. Esse é o caminho da promoção da competitividade e da obtenção de sustentabilidade dos negócios, segundo ela.
O diretor de Desenvolvimento Regional do Ministério da Integração Nacional, Miguel Ivan, disse que os arranjos produtivos locais "são uma forma de resolver desigualdades regionais. A convergência de atuação em favor dos segmentos pode resultar num custo mais barato para o processo de transformação nas atividades econômicas, que podem dessa forma funcionar com menores riscos".
O representante do Banco do Nordeste do Brasil, Airton Mendonça disse que "os recursos para apoio aos Arranjos Produtivos Locais ainda são escassos e o governo deve atender às demandas apontadas pelos atores locais". A união dos grupos de atividade, segundo ele pode criar "o diferencial da organização, capaz de trazer resultados concretos". Ele cita resultados já obtidos na área da caprinocultura e da apicultura, no Nordeste, com apoio da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), aonde houve expansão da exportação nesses segmentos.
Os APLs foram incluídos nos Planos Plurianuais de Desenvolvimento (PPA) desde o ano 2000, com a programação de ações de apoio a atividades produtivas e busca de crédito.
Fonte: http://www.jb.com.br/economia/noticias/2011/11/08/comeca-hoje-em-brasilia-a-conferencia-brasileira-de-arranjos-produtivos/
O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) passou a coordenar, em 2004, as iniciativas de todos os setores ligados às Atividades Produtivas Locais (APL), com a formação de grupo de trabalho que congrega ministérios e áreas não oficiais. O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) vem presta apoio nessa área, formulando projetos e investindo recursos. Quatro estados foram beneficiados pelos programas (Bahia, São Paulo, Pernambuco e Minas Gerais), o Paraná também nos planos do banco.
Reuniram-se em Brasília diversos grupos de trabalho para discutir as metas do seminário. Para a gerente de Desenvolvimento da Produção, do Serviço Brasileiro de Apoio à Micro e Pequena Empresa (Sebrae), Kelly Cristina Valadares, o desafio maior é "identificar as demandas de apoio nos segmentos econômicos". É necessário, segundo ela, identificar os mecanismos ideais para uma atuação diferenciada para cada intervenção de apoio, levando em conta as disparidades regionais. Esse é o caminho da promoção da competitividade e da obtenção de sustentabilidade dos negócios, segundo ela.
O diretor de Desenvolvimento Regional do Ministério da Integração Nacional, Miguel Ivan, disse que os arranjos produtivos locais "são uma forma de resolver desigualdades regionais. A convergência de atuação em favor dos segmentos pode resultar num custo mais barato para o processo de transformação nas atividades econômicas, que podem dessa forma funcionar com menores riscos".
O representante do Banco do Nordeste do Brasil, Airton Mendonça disse que "os recursos para apoio aos Arranjos Produtivos Locais ainda são escassos e o governo deve atender às demandas apontadas pelos atores locais". A união dos grupos de atividade, segundo ele pode criar "o diferencial da organização, capaz de trazer resultados concretos". Ele cita resultados já obtidos na área da caprinocultura e da apicultura, no Nordeste, com apoio da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), aonde houve expansão da exportação nesses segmentos.
Os APLs foram incluídos nos Planos Plurianuais de Desenvolvimento (PPA) desde o ano 2000, com a programação de ações de apoio a atividades produtivas e busca de crédito.
Fonte: http://www.jb.com.br/economia/noticias/2011/11/08/comeca-hoje-em-brasilia-a-conferencia-brasileira-de-arranjos-produtivos/
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